09/08
Hoje ele não deu noticias, não o vi on-line nem de manhã, nem de tarde, então resolvi não entrar a noite. É como se eu tivesse consciência de que se continuar me preocupando com ele, não vou conseguir esquecê-lo tão cedo. Ele pode ter sumido de propósito para me deixar com saudade, ou simplesmente passou o dia fora e esqueceu que tem uma... Uma o que?! Fala sério eu tive que terminar umas cinco vezes ontem pra ele entender o que eu realmente queria. Ele ficava me perguntando se eu tinha certeza, que não precisava ser daquele jeito, que poderíamos resolver essa 'fase' juntos. É tão patético ouvir isso dele, que chega a me dar repulsa, só de lembrar daqueles olhos cheios de mentira e pena me focando. Às vezes tentava disfarçar olhando pros lados, mais continuava com aquele sorriso nos lábios pronunciando um ‘eu te amo' tão sincero que quase me convenceu. O mais triste é saber que eu fico tentando acreditar nessa coisa que ele chama de amor. Tudo bem. Não serei dramática a ponto de dizer que ele não sente nada por mim, eu tenho plena convicção de que sente. Só não tenho mais tanta certeza do que possa ser. E isso é frustrante.
Mas sei o que ele quer, ouso dizer inclusive que até sei o que anda pensando, e não é preciso ser vidente pra adivinhar. Ele está comigo há oito meses, estuda na mesma sala que eu – sala de 15 pessoas – nos vemos todas as manhãs e quase todas as tardes, isso tudo fora os dias em que vamos para casa juntos. E do dia pra noite é chegada a noticia: ele tem que sair da escola, - em pleno Agosto - e ir para outra estadual (a noite) logo irá conhecer pessoas novas, lugares diferentes, receber uns convites pra sair com algumas, e fumar um narguis. Tomar uma tequila talvez, dançar um psy e mais umas mil coisas que um adolescente solteiro e idiota faria. Então, por quê! Por qual maldito motivo, razão ou circunstancia ele entraria nesse ‘mundo novo’ compromissado? Por quê? Alias pra que? Pra recusar todos esses convites? Ou ele pode até aceita-los, sair com elas, mas não poderia curtir inteiramente o passeio.
O mais difícil pra mim é saber que sei o que ele quer, ele não vai querer entrar nessa escola namorando. Namorando com uma patricinha mimada e ciumenta, - sei que é essa a visão completamente equivocada que ele tem de mim - de uma escola particular. Ele sabe as oportunidades que perderia se entrasse lá anunciando isso pra todo mundo que perguntasse seu 'estado civil'.
Esse texto não era pra ser uma crônica engraçadinha de adolescente, mas não sei se consigo fazer nada melhor hoje à noite. São 12:58 e amanhã preciso acordar 6:30. Ótimo, tenho cinco horas e meia para tentar dormir e tentar enfiar na minha cabeça de uma vez por todas que tenho que esquecê-lo. Ultimamente ando incrivelmente emocional. Tenho mil motivos para me convencer de que tenho sido um estorvo. Um empecilho para que ele não possa entrar com liberdade total nesse mundinho novo que o espera, e tenho mil e um para acreditar que ele não sente a mesma coisa por mim. Que esta cansado. Que enjoou. O único problema é que ele não quer me falar isso de jeito nenhum. Não quer me contar que esta com duvida entre mim e o passaporte da liberdade. Não quer admitir que esta confuso. Mas eu sei que esta, sei de verdade o quanto esta. Só queria que ele me contasse. Mais ele insiste em permanecer calado. Quando não, diz que me ama imensamente e que fui uma das melhores coisas que aconteceram em sua vida. Com aqueles olhos vermelhos, brilhando. Queria descobrir como ele fazia para que brotassem lágrimas naqueles olhos, lágrimas falsas. Mas acima de tudo queria saber se seus olhos estavam vermelhos de medo de me perder, ou de raiva por não estar solteiro ainda. Mas ele não falava nada. Apenas insistia. É como se ele estivesse tentando me provar que “ainda” me ama... Tentando me provar que não valia a pena acabar tudo assim. Mas isso não combina com ele, isso não é de sua personalidade. Ele só consegue me confundir mais ainda... Não sei mais o que pensar disso tudo, realmente não sei.
Mas sei o que ele quer, ouso dizer inclusive que até sei o que anda pensando, e não é preciso ser vidente pra adivinhar. Ele está comigo há oito meses, estuda na mesma sala que eu – sala de 15 pessoas – nos vemos todas as manhãs e quase todas as tardes, isso tudo fora os dias em que vamos para casa juntos. E do dia pra noite é chegada a noticia: ele tem que sair da escola, - em pleno Agosto - e ir para outra estadual (a noite) logo irá conhecer pessoas novas, lugares diferentes, receber uns convites pra sair com algumas, e fumar um narguis. Tomar uma tequila talvez, dançar um psy e mais umas mil coisas que um adolescente solteiro e idiota faria. Então, por quê! Por qual maldito motivo, razão ou circunstancia ele entraria nesse ‘mundo novo’ compromissado? Por quê? Alias pra que? Pra recusar todos esses convites? Ou ele pode até aceita-los, sair com elas, mas não poderia curtir inteiramente o passeio.
O mais difícil pra mim é saber que sei o que ele quer, ele não vai querer entrar nessa escola namorando. Namorando com uma patricinha mimada e ciumenta, - sei que é essa a visão completamente equivocada que ele tem de mim - de uma escola particular. Ele sabe as oportunidades que perderia se entrasse lá anunciando isso pra todo mundo que perguntasse seu 'estado civil'.
Esse texto não era pra ser uma crônica engraçadinha de adolescente, mas não sei se consigo fazer nada melhor hoje à noite. São 12:58 e amanhã preciso acordar 6:30. Ótimo, tenho cinco horas e meia para tentar dormir e tentar enfiar na minha cabeça de uma vez por todas que tenho que esquecê-lo. Ultimamente ando incrivelmente emocional. Tenho mil motivos para me convencer de que tenho sido um estorvo. Um empecilho para que ele não possa entrar com liberdade total nesse mundinho novo que o espera, e tenho mil e um para acreditar que ele não sente a mesma coisa por mim. Que esta cansado. Que enjoou. O único problema é que ele não quer me falar isso de jeito nenhum. Não quer me contar que esta com duvida entre mim e o passaporte da liberdade. Não quer admitir que esta confuso. Mas eu sei que esta, sei de verdade o quanto esta. Só queria que ele me contasse. Mais ele insiste em permanecer calado. Quando não, diz que me ama imensamente e que fui uma das melhores coisas que aconteceram em sua vida. Com aqueles olhos vermelhos, brilhando. Queria descobrir como ele fazia para que brotassem lágrimas naqueles olhos, lágrimas falsas. Mas acima de tudo queria saber se seus olhos estavam vermelhos de medo de me perder, ou de raiva por não estar solteiro ainda. Mas ele não falava nada. Apenas insistia. É como se ele estivesse tentando me provar que “ainda” me ama... Tentando me provar que não valia a pena acabar tudo assim. Mas isso não combina com ele, isso não é de sua personalidade. Ele só consegue me confundir mais ainda... Não sei mais o que pensar disso tudo, realmente não sei.

1 Comentários:
Aeew. =D Serei uma seguidora fiel (enquanto o blog estiver ativo, claro.)
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